Professora e Psicopedagoga Institucional

domingo, 22 de setembro de 2019

O Psicopedagogo e o lúdico

Não há atualmente uma tese mais consistente na educação atualmente após a era da evolução no processo de aprendizagem, as teorias de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, que levou os educadores a reverem seus métodos, de forma radical, e os processos da psicolinguista, alfabetização e seus processos e modos de alfabetizar o estímulo ao cognitivo, avaliações de percepções: sons, sinais e motricidade do que o lúdico neste processo. Sendo assim é de suma importância a pertinência em defender o processo de utilização dos recursos facilitadores como ferramenta na prática de ensino sendo eles: o brincar, as brincadeiras, o brinquedo, no contexto escolar identificando as técnicas empregadas pelo educador verificando junto a psicopedagogia a junção que atua na melhoria do ensino.

O PSICOPEDAGOGO E O LÚDICO 

É de fundamental importância esse tema sobre o lúdico no processo de desenvolvimento biopsicossocial das crianças da educação infantil e ensino fundamental I, tornando o aprender como forma prazerosa e estimulativa. A criança torna-se mais alegre, envolvente a medida que ela é estimulada com as brincadeiras espontâneas, músicas, brinquedos, jogos e outros instrumentos que tornem o seu aprendizado mais fácil e rico.
Identificando uma prática pedagógica onde exista o respeito e os valores incentivados pela escola quando realiza brincadeiras, competições, gincanas torna o método didático mais fácil contribuindo para a evolução e transformação do ensino visando sua qualidade, valorização e democratização.
Segundo Kishimoto (2011), a criança realmente desenvolve-se através do brincar, diante deste ato a criança, aprende noções de certo e errado, limites, regras, com isso ela aprende de forma significativa e prazerosa. através da brincadeira, a criança estimula a criatividade, imaginação, percebendo-se no desenvolvimento: motor, cognitivo, afetivo, social, são estimulados por brincadeiras. O papel do psicopedagogo é justamente auxiliar os professores a elaborar atividades que estimulem este processo, buscando práticas que se adequem as necessidades ao atender as dificuldades dos alunos.


O LÚDICO E O CONTEXTO ESCOLAR


A principal função no contexto escolar é justamente despertar o potencial único de cada aluno, nas escolas muitas vezes as crianças são ensinadas a se comportarem, repetirem, não oportunizando-as diferentes experiências, vivências em respeito a sua individualidade em: brincar, correr, pular, andar, cantar, dançar, tocar instrumento, conversar, ler, deduzir, perguntar, questionar, investigar, isto é ser, sujeito ativo e pensante, na aquisição de conhecimentos e habilidades.
O papel do professor aqui é ser estimulador, considerando o aluno como ser global e a gente do seu meio. A interdisciplinariedade é trabalhada desta forma. A interação entre professor e aluno deve ser a melhor possível, o cotidiano pedagógico torna-se mais rico, liberando a imaginação, estimulando capacidades, tornando-se mais espontâneos, com mais iniciativa e enfrentando dificuldades, modificando regras, contribuindo de forma eficaz, a aprendizagem.


        O LÚDICO COMO FERRAMENTA  AÇÃO PSICOPEDAGÓGICA


O  lúdico têm como principal característica instigar o desejo de aprender. De acordo com Weiss (2004), o espaço lúdico durante o diagnóstico traz a possibilidade de um melhor entendimento e nível do desenvolvimento do aprendente. A intervenção do psicopedagogo deve explorar os jogos pedagógicos pois a ação de brincar é universal, rompe as fronteiras entre o diagnóstico e o tratamento sendo o próprio diagnóstico passa a ter um caráter terapêutico. O lúdico nesse processo de intervenção psicopedagógica desenvolvem todas as habilidades das crianças. o Lúdico é o hábito de aprender brincando, sendo assim podemos classificar tais atividades como: atividades de coordenação motora ampla e fina, percepção corporal, atividades lúdicas de estimulação cognitiva.
na busca acerca das produções no âmbito da pedagogia, nos deparamos com muitas produções, mas na psicopedagogia e sua prática temos poucas contribuições nessa área.
Espero ter ajudado
Até a próxima publicação.


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